sexta-feira, 8 de agosto de 2008


Levando a vida feito empinasse uma pipa,sigo ao sabor dos ventos,mas também criando minhas correntes de ar.Obedeço ao fluxo,meu fluxo,que ora se amolda,ora altera o rio que passa.Rio que me leva,rio que eu levo.Quando,sendo menos ou mais,apenas sou,e vou.

5 comentários:

Camilla Tebet disse...

Pensei nisso esses dias.. em ser pipa. Mas esqueeci da linha que a segura.. e ai venho ler seu texto, que sempre leve e claro me lembra que a pipa obedece, mesmo que seja o meu fluxo. Agora estou com vontade de viver o seu quando, para ser assim apenas sendo.

Ps. Vir aqui sempre me deixa com uma sensação boa. QUe será isso?

Alexandre Henrique disse...

Definitivamente mais leve do que o ¨ar¨. Concordo com a Camilla, a linha é tão fininha. Adorei a imagem do ser ar e pipa ao mesmo tempo, uma imensidão de leveza e uma fragilidade capaz de encontrar qualquer lugar, apenas indo.

João Jales disse...

Que bom que alguém saiba o valor dos ventos que sopram. Sempre são boas as direções, ainda que não pareçam de início.

Bons Ventos.

Márcia Leite. disse...

Sendo menos, sendo mais, oscilando, mas sendo sempre!

Beijoo, linda!

=*
=)

Anônimo disse...

as pipas podem cortar umas às outras. cuidado!