sábado, 24 de abril de 2010



Que noite bonita essa
dos meus sonhos que nunca invernam.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Vejo o dia caindo no horizonte, o sol indo deitar como foi ontem. Uma brisa fraca leva o dia embora. O mundo todo parece respirar o mesmo ar, menos eu, expectadora da rotina, tentando achar belezas novas em dias mornos de acontecimentos. Talvez meu olhar deseje ver o que ainda não existe. Talvez eu tenha que inventar, criar, fazer mover, mas minha mão não vai até onde minha mente alcança. Atados, mãos e pés, na beira do caminho que já existe, pensado, em sonho. Meu corpo vivo transpira expectativa e tédio.Mais um dia termina e eu não sei se estou perto, ou longe, do que quero ou do que sou.