sexta-feira, 2 de abril de 2010

Vejo o dia caindo no horizonte, o sol indo deitar como foi ontem. Uma brisa fraca leva o dia embora. O mundo todo parece respirar o mesmo ar, menos eu, expectadora da rotina, tentando achar belezas novas em dias mornos de acontecimentos. Talvez meu olhar deseje ver o que ainda não existe. Talvez eu tenha que inventar, criar, fazer mover, mas minha mão não vai até onde minha mente alcança. Atados, mãos e pés, na beira do caminho que já existe, pensado, em sonho. Meu corpo vivo transpira expectativa e tédio.Mais um dia termina e eu não sei se estou perto, ou longe, do que quero ou do que sou.

Um comentário:

Igor Von Richthofen disse...

As coisas não querem ser alcançadas pela minha mão porque eu sou infectado com alguma coisa que repele tudo. Ainda não estou repelindo tanto quanto gostaria hehhe muita coisa bate com uns lances que tenho vivido. Gostei do texto!