Quantas vezes me deitei em teus lábios? Quantas vezes me despi para tuas mãos? Quantas vezes já me revelei,verso e avesso, somente para teus olhos?
Enquanto isso, teu Sol chove sobre mim através de peneiras. Pouco, mas intenso. Disperso, mas às vezes revelador. E, no entanto, continuas a viver em mim. Mas os dias têm perguntando: até quando?
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