domingo, 23 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Vontade de tomar para mim, fazer estardalhaço. Invadir, conquistar, demarcar com meu cheiro. Fincar bandeira, povoar cada espaço. Despir de sentido qualquer não que impeça, derrubar com meu exército as barreiras de defesa. Me espalhar pelo território, garantir a conquista. Mandar avisar que cheguei, e que o inimigo correu temeroso. Renovar com fogo. Não racionalizar, pertencer, vincular, anexar. Ir. Pegar. Expandir.
Desejar, querer e ter. Cartas na mesa, olho no olho, o seu, meu.Tua. Sem bússola. Costurar o destino nos passos de ida. Avançar. Avistar. Salivar. Chegar.
Desejar, querer e ter. Cartas na mesa, olho no olho, o seu, meu.Tua. Sem bússola. Costurar o destino nos passos de ida. Avançar. Avistar. Salivar. Chegar.
domingo, 26 de junho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
E continua a fluir, dentro de mim, essa força que se dilui em rios vários, que se perde em seus próprios contornos, mas retorna e permanece, ainda que mudada, ecoando.
Nas paredes brancas da casa o som passeia e a imagem refletida no espelho brinca de reconhecer a si mesma, já sabendo a resposta. Os dias carregam a poeira dos descuidos, das entrelinhas, do achar que é, sem ser, ou sendo. Fora, a representação vive alimentada dos vôos internos, e nem sempre se completa a rota. Daí é um voltar que conta o tempo que relógio nenhum marca, para sair depois, e continuar. Vivendo.
Nas paredes brancas da casa o som passeia e a imagem refletida no espelho brinca de reconhecer a si mesma, já sabendo a resposta. Os dias carregam a poeira dos descuidos, das entrelinhas, do achar que é, sem ser, ou sendo. Fora, a representação vive alimentada dos vôos internos, e nem sempre se completa a rota. Daí é um voltar que conta o tempo que relógio nenhum marca, para sair depois, e continuar. Vivendo.

